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quarta-feira, 3 de abril de 2013

As férias da Páscoa, by Rosarinho

As minhas férias da Páscoa:



Gosto mesmo de ver como os desenhos vão evoluindo. E notam-se agora duas diferenças: desde logo, as representações, de pessoas ou objectos, deixaram de ser em ponto gigante para serem muito pequeninas, às vezes só um pintinha no papel, que faz muito concentrada, dobrada sobre a folha; outra diferença é que começam a aparecer desenhos com objectos muito variados. ainda há pouco tempo, se lhe pedíssemos para desenhar algo que nunca tinha feito a resposta era sempre, "eu não sei fazer...". Agora já a imaginação trabalha sozinha, os desenhos surgem, sem temas ou sem pedidos.

Agora, à piscina? A sério? Não dei por nada... :) Devem ser as saudades do Verão, mesmo!

quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013

quarta-feira, 17 de outubro de 2012

Oi?

A minha filha anda a fazer o quê? Ontem estava maléfica? Anda a bater nos outros? Oi?!
Ai, que bela conversa que iremos ter...!

quinta-feira, 13 de setembro de 2012

O Colégio - dia IV (parte I)

Sentido de sucesso. Vai sempre entusiasmada, de mochila às costas e passo solto. Hoje  de manhã fomos proibidos de entrar na sala e, francamente, foi muito melhor! Entrou pela mão da auxiliar C. e não olhou para trás.
O meu sorriso é de orelha a orelha!

O Colégio - dia III

Hoje o meu coração ia mais pequeno. Apesar de a Rosarinho ter ido novamente muito bem,e até ter ficado melhor que ontem, sem chorar, apesar de ainda ter chamado por mim à saída, o meu coração ficou todo o dia reduzido à miníma expressão.
Pensava que não lhe tinha dado beijinhos suficientes ou prestado toda a atenção naquele meu esforço de deixá-la estar naquele espaço que é a sala nova em modo independente, sem pedir coisas a mim e a interagir com as outras crianças e não a brincar ou desenhar comigo.
Depois de ontem ter sabido que tinha chorado uma vez porque uma outra menina a empurrou nos cabides (que terás tu feito, Maria do Rosário?...), logo ao segundo dia, eu estava a desejar enchê-la de mimo. O dia para mim passou devagar por me ter apercebido que agora, e apesar da presença das educadoras e auxiliares, é ela que tem que gerir e resolver os seus conflitos, sozinha. Há algo que se torçe em mim...
Mas a final, o dia passou-se muito bem para ela! Mais um dia "xi-xi zero", comeu, dormiu, tudo certinho.
Brincava tanto no fim do dia no recreio que demorámos bem mais de meia-hora a tirá-la de lá e veio sob protesto! 

O Colégio - dia II (parte II)

"Tudo óptimo! Hoje já bebeu o leite!" Disse a M. mal chegámos. Pelos vistos aquele chorou da saída passou rápido e nem perguntou por nós (again...sem comentários!).
Estava tão satisfeita no recreio. O que corria, e pulava, e entrava no comboio e na casa e trepava ao escorrega. E ao segundo dia já subia escada de corda! Já a ponte de corda, dizia-nos: "A ponte, não, a Rainho pode cair..." É melhor, assim, é.
Outra evolução: ao contrário do primeiro dia, já não fez xi-xi na sesta, proeza ainda não ainda não tinha sido conseguida em casa. O colégio faz maravilhas!

O Colégio - Dia II

De manhã chegou super entusiasmada. Sempre a pé até à infantil, muito satisfeita, a parar mil vezes para apanhar todas as pedrinhas, folhas e paus que encontrava pelo caminho (sai à mãe - adorava fazer o mesmo!). Com os paus e as pedras, fingia que jogava golf (obrigada tio J., aqui a  culpa é toda tua) e mais cinco passos até à infantil. Uma corrida pela sombra e lá chegámos. Por a mochila no cabide, vestir o bibe, entrar na sala. Ao segundo dia já parece uma rotina. Como é que é possível?
Lá estivemos meia-hora na sala outra vez a vê-la brincar e entreter-se com tudo. Das primeiras coisas que fez foi ir buscar os lápis e um papel, e sentar-se com os seus rabiscos. Pior foi quando outros chegaram e se sentaram. Quer sempre o lápis que os outros têm e por ela, tira-o aos outros, na maior. Rosarinho, o colégio estava mesmo a fazer-te falta!
Desta vez, chegavam mais crianças e mais choraram. Estava tudo um pouco mais confuso, e quando tivemos que sair, expulsos pela M., chorou um pouco e eu ouvia atrás de mim "mããããeee!". E o coração aperta!....  

Colégio, dia I - parte III

Em casa, enchemos a Rosarinho de perguntas! Se gostou, o que fez, se leu histórias, se dormiu, etc.
Feliz da vida, dizia-nos que sim, que sim e que "fez, xi-xi na sanita, lavou as mãos e a boca!" A casa-de-banho em miniatura foi um sucesso.
Soube-nos também contar que não quis o leite, que queria água.
Mas o sucesso total foi o comboio do recreio! Não sei quantas vezes ouvimos falar no "cóboio"... E dizia, "amanhã há Colégio!"
"Claro que sim, amanhã há colégio, o pai e a mãe vão trabalhar e a Rosarinho fica no colégio com a M. e os outros meninos."
Silêncio.
"Não, não! 
A mãe fica no colégio. O pai vai trabalhar!"
Hum... Pois, Rosarinho...claro que sim... 

O Colégio - Dia I (parte II)

Foi um sucesso. 
A Educadora M. disse-nos que passou o dia lindamente! o primeiro comentário foi: "É uma despachada!"
Comeu, dormiu, brincou, não perguntou por nós uma só vez (estou a pensar se goste mesmo desta parte...).
Só ao lanche embirrou que não queria o leite. Nem simples, nem com chocolate. Queria água e água. A M.: "Oh, Rosarinho, água é na sala, aqui bebemos o leite.". Resposta: "Não qué."
"Ela é assim, não é?" Dizia-nos a M. a fazer o gesto de um gancho com os dedos. É sim, é, sim....
"Mas também é bem apanhada!" O que eu me ri com esta!... É muito bem apanhada e gozona. Faço ideia o que deve ter sido por lá...
À saída, já não queria vir embora. Yei!

terça-feira, 11 de setembro de 2012

Colégio, dia 1

Há meses que a Rosarinho fala no Colégio. Desde a operação de charme que promoveram em Junho, em que teve direito a balões (enorme paixão da minha filha), pipocas, um mimo, e os acrescidos escorregas, comboio e baloiços, que a Rosarinho ficou a achar que aquele era o melhor parque infantil de sempre e não falava noutra coisa. Sem incentivo nosso (não era preciso), de vez em quando lá vinha um"qué ir para o colégio."
Ontem foi o dia.
Ontem foi o primeiro dia no Colégio. Claro que o antes para ela foi indiferente, não fazendo grande ideia do que se ia passar, ainda que há uns dias fossemos falando no assunto, até porque, desde fim de Junho que, entre os avós todos e os pais, esta menina tem andado sempre de férias, longe das rotinas. 
Arrumámos a mochila, com as roupas, chucha e um boneco. E de manhã, saímos para o Colégio.
O meu coração era mesmo uma ervilha desde o dia anterior. Andei sempre confiante de que a adaptação dela ia ser óptima, até porque já conhece o ritmo, mas no dia antes, o medos vieram todos de chofre. E porque está mais velha, com mais consciência, e porque não conhece ninguém, e porque está há "demasiado tempo" connosco, e porque a quem é que ela vai pedir o que precisar, e se não dorme, e se faz xi-xi, and so on...
Mas ao entrarmos o portão do Colégio lembrou-se logo do sítio e deslumbrada, só se ouviu no banco de trás do carro: "aaaaaah..........o colégio........" Ok, pensei, talvez deva começar a descontrair!
Andou sozinha até à infantil, sem querer a nossa mão, subindo degraus e apanhando folhas e pedrinhas que encontrava pelo caminho. E assim que chegou à sala dela, entrou que nem uma seta para brincar com todo o mundo de brinquedos que lá estavam. Assim que conheceu a educadora M. sorriu-lhe e e disse: "a Rainho vem p'o colégio." Brincou, brincou, e meia hora depois, quando viemos embora, quase não quis saber que saíamos. Deu-nos um beijinho e ia já para brincar de novo. Quando saímos mesmo a porta, ainda veio a chamar por mim. A M. agiu rápido, distraiu-a e já não ouvimos mais nada. Ufff....    

sexta-feira, 7 de setembro de 2012

Prontas!

Já tem a mochila, o saco da ginástica. O equipamento. E os bibes azuis! Estamos prontas para esta segunda-feira! :)

quinta-feira, 21 de junho de 2012

Dois Anos e Meio

E hoje, dois anos e meio! Sempre que passa um marco temporal me parece incrível o quanto já cresceu, como o tempo passou e vou morrendo de saudades do que já fica para trás, ao mesmo tempo que me delicio só e olhar para ela...

Hoje foi mais um desses dias, acrescido de um momento especial e daqueles que vai ficar na memória, feito da primeira visita ao futuro colégio dela e que foi também o meu. Uma fotografia, uma visita às salas e um recreio enorme cheio de outras crianças, escorregas, casinhas e todos os entretens que a Rosarinho adora, incluindo balões. 

Correu de brinquedo em brinquedo, dava gritinhos de excitação (mãããe! uma casaaa! mãããe, um comboioooo!), entrou em todas as salas, brincou com outros meninos, e fez uma birra tamanha quando tivemos que vir embora. No carro, todo o tempo repetia em tom de choro: "o co-lé-gio...,o co-lé-gio...". Eu, mãe, me confesso, esta birrinha só me fazia sorrir!    

Cumprir as regras

Que a Rosarinho cumprimente toda a gente e se despeça das pessoas com quem está é para nós um ponto importante na educação, que se faz de pequenino, acreditamos.
Mas não sair da sala do infantário sem ir dar um beijinho a todos os amigos?? Não sei se já não será um pouco "excesso de zelo"!

terça-feira, 22 de novembro de 2011

23 meses

Ultimamente noto que as birras aumentam. São, sem dúvida, os dois anos a chegar. . Convencê-la a fazer o que não quer é mais difícil, já não se deixa distrair com tanta facilidade. Porque não quer tomar o remédio, porque não quer trocar a fralda, porque não quer largar Os patinhos, ou o Mickey para ir tomar banho, ou porque não quer sair do banho. Não quer as batatas, quer ir para o chão, não quer ir para a cama...

Dito assim parece muito, mas, ainda assim, continuo a não poder dizer que a Rosarinho seja minimamente birrenta. Felizmente, não são todas as birras ao mesmo tempo. Acho que do elenco escolhe umas duas birrinhas por dia.

Perto do segundo aniversário, continua uma menina doce, sempre bem disposta, muito ternurenta e cada vez mais feminina. São as brincadeiras com o "bebés", as papas, faz camas, encontra cantinhos e casas em todo o lado. Adora desenhar e já conhece as cores: o azul, o amarelo, o rosa, o verde, o azul, encarnado e roxo. Adora as letras que vê nas histórias, mas chama a todas "dois". Dá beijinhos e abraços, e quando gosta de uma comida, sorri, franzindo completamente os olhos e diz "é booommm". É gulosa, mas nunca experimentou um rebuçado. Chama "tina" à gelatina e pede pão sempre que chega a casa. Adora "ler" histórias na cama às bonecas.

Corre pela casa e noto uma desenvoltura motora muito grande que adquiriu nos ultimos dois meses.

E há dois dias que tenta cantar!... De frente para a televisão, tenta repetir os jingles dos anúncios, muito baixinho, ensaiando a voz ao estilo cantora de ópera, vai repetindo "ah-AH-AHHHH..."! A sério, ainda tenho que filmar!... ahahah!

De volta à escola

Depois da consulta com a pediatra no sábado, a Rosarinho está de volta ao infantário. Na verdade, percebi que já tinha saudade. Desde quinta ou sexta-feira que se lembrava dos amigos e das educadoras, dizendo os nomes, um pouco sem propósito, "vanexa-pêdo-mateo-maiana"... Na verdade, ao contrário do que temi, voltar à rotina depois de uma semana em casa não custou muito, não houve muito choro à saída de casa deixando-me para trás. Só um choro pequenino e uma cabeça virada para trás, um "mãe" prolongado, mais para marcar posição que outra coisa! Fico contente, fico mesmo contente!

segunda-feira, 14 de novembro de 2011

De regresso a casa

Adoroooo quando a vou buscar ao infantário e vem ter comigo a correr e a dizer "mãeeeeeiiiiiiii"!
Sai do canto dos legos com muito cuidado para não pisar em nenhum brinquedo, com muito jeitinho, delicada, muito menina e, quando em terreno livre, corre para mim de braços esticados.
Hoje, mal se viu ao meu colo, agarrada ao meu pescoço a fazer o seu sorriso de charme, ditou logo: "Caja! Deu, Vanexa..." ou seja, "Casa! Adeus, Vanessa! (a auxiliar da sala dela)". Foi a primeira vez qu ouvi a Rosarinho dizer o nome dela.

Mas agora o melhor das palavras é começarem a construir frases. E hoje, no carro, a caminho de casa, no meio da conversa solta que faz e que pouco se percebe, assim como das perguntas habituais ("que é ito? que é ête?"), "mãeeii... pêo. O pêo. O pêo ateu." O Pedro bateu? a quem? pergunto, e estava já a olhar para ela de alto a baixo à procura mazelas... "Miana. Vanexa, catigo".
Ok, na minha tradução (tradução livre, é certo), o Pedro bateu à Mariana e a Vanessa pôs de castigo. Fico mais descansada. Até porque da ultima vez que ouvi falar em castigo, foi a Rosarinho a ficar na mesa do "castigo" por ter atirado com um lego na cabeça de outro. Se calhar, do Pedro...

domingo, 3 de julho de 2011

A flor e a alga

Esta semana foi a festa de final de ano do infantário da Rosarinho. Lá fomos, dois pais e a avó M.



O auditório onde foi o espectáculo estava sem ar condicionado num dos dias de grande calor do ano, cheio de pais, mães, avós e afins, babados para ver os pequenos artistas. Na terceira ou quarta peça lá vejo ao canto do palco uma peque,na flor com uma enorme coroa de pétalas cor de rosa brilhantes na cabeça, sentada entre mais duas flores. Olhava para todos as outras crianças no palco que cantavam e tentavam dançar ao mesmo ritmo com um ar desconfiado e curioso. No fim, lá lhes bateu palmas...


A alga foi num outro quadro. O tema era o mar e as educadoras agitavam duas largas e compridas faixas de um tecido ou papel azul e brilhante, simulando ondas, e os pequenos ficavam de baixo destas, vestidos de vida marinha, peixes variados e, claro, algas. A nossa alga cor de laranja resolveu que estava melhor de costas para o palco a ver o que os outros faziam. De pé, meia de costas para nós, continuava com ar de quem acha que todos endoideceram... Mas, enfim, quando todos de repente se deitaram o chão a fingir dormir, a educadora dá um toque discreto à Rosarinho que se mantinha de pé, e, muito compenetrada, deitou-se rapidamente, sossegada, fingindo dormir. Quando todos se levantaram, levantou-se e seguiu os outros, mostrando a lição bem estudada!

Não há dúvida, esta segunda actuação da Rosarinho, demonstra já as grandes qualidades artísticas que aí vêm! Pai, mãe e uma avó, como testemunhas insuspeitas!

quinta-feira, 14 de abril de 2011

Rosarinho vai à escola #4

Mudança feita, casa nova e para a Bolinha infantário novo.


Custou-me horrores tirá-la do anterior. E custou-me a mim e à educadora e às amorosas auxiliares. E até à minha mãe. Decisão tomada e comunicada, foram três semanas a aguentar a lágrima quando lá chegava e quando de lá saía.


Quando chegavam os trabalhinhos feitos lá com o talento, cuidado e criatividade que sei que à partida não vou encontrar em mais nenhum lado.


É hoje um Colégio muito especial. Pelo menos foi-o para mim e para a Rosarinho. Sei que foi ali feliz e isso a mim faz-me igualmente feliz...


O que as lágrimas correram no último dia, não tem explicação! A sério, é que não chorava assim já nem me lembro desde quando!


E agora toca de segurar a lágrima no Colégio novo. Mas agora porque ela chora para lá ficar...


Sítio novo, sala nova, pessoas estranhas e muitas crianças. De uma salinha de seis, são agora catorze.


Mas na verdade este é o factor positivo para a Rosarinho. Tem uma curiosidade enorme por outras crianças, sobretudo mais velhas que ela, como agora que já está na sala dos dois anos (que crescida, a minha baby)! E para mim é o que torna suportável lá deixá-la. Porque lhe trava o choro, e distrai, e lá sai do meu colo sem olhar para trás... Pelo menos por agora.


É o dia três e a tensão aumenta... No dia dois foi ao entrar no corredor que começou a ficar vermelha, a lágrima a subir e o beicinho a aparecer, hoje, dia três, foi já à entrada.


É que, a sério, não há coração que aguente! Ela já chorava nos últimos tempos e agarrava-se ao meu colo, mas era um choro de birra, de exigência, sem lágrimas.


Agora não! Agora é duro. É um silêncio e a Bolinha ficar encarnada, os olhos marejados... Ai, que dor! Passo o dia a pensar nisso. A verdade é que ainda não me tinha acontecido...


Criança sofre? Não, mãe sofre! Que o choro passa logo, eu quando telefono para lá, todas as horas de almoço, a mocita passou a manhã muito bem e a brincar, e come bem, sentada a mesa, e deita-se na sua cama para dormir um bom sono.


Mas fazer o quê? Só oiço o tic-tac do relógio até à hora de a ir buscar...

sábado, 15 de janeiro de 2011

Rosarinho vai à escola #2

A educadora a contrariar a Rosarinho para ela não ir para dentro de um armário. "Não, não, Rosarinho, aí para dentro não!". Rosarinho afasta-se do sítio, a fazer beicinho, coloca as costas da mão sobre a testa e deita a cabeça na parede num gesto dramático enquanto murmura num choro pequenino olhando para o chão: "ma-ma-ma-ma-ma...". Não, não creio que fosse "mãe", acho que queria dizer "má-má-má-má..."!

Rosarinho vai à escola #1

Episódios na escola são agora mais que muitos. Novidades todos os dias, uma pequena história para trazer para casa. Esta passou-se há dois dias.
Aula de musica no berçário. Além de a todos os bebés serem dados instrumentos para tocar (à Bolinha calhou um tamborzinho! Imagino a festa...), cantam músicas, fazem pequenas "coreografias".
O grande amigo da Rosarinho na escola é o Manel. Têm uma diferença de cerca de um mês e meio, sendo Manel mais novo. Brincam todo o dia juntos, na hora da sesta falam entre eles de uma cama para a outra, e quando um deles não vai o outro sente a falta.
Desta vez, na aula de música, o Manel dançava. Imagine-se, um bebé de quase um ano, gordinho, de olho azul e de sorriso largo, põe-se a dançar, em pé, segurando-se numa mesa de brincar. Abana a raboca para cá, abana a raboca para lá... E a Rosarinho, ri-se à gargalhada!!