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quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012

Interpelada pela polícia

Há uns dias, foi o pai buscar a Rosarinho ao infantário, e eu tinha ficado a trabalhar até mais tarde. Resolveram, então os dois ir buscar-me e, já os três, a caminho do estacionamento do carro, atravessando o Rossio, paramos na passadeira à espera que o sinal ficasse verde para peões. Na estrada, à espera também de sinal, parou à nossa frente um agente da polícia na sua, grande, mota branca. De capacete e óculos escuros o polícia sorriu à Rosarinho que estava ao meu colo que, feita charmosa, sorriu mas escondeu a cara no meu ombro. Sem mais, o polícia sobe o passeio com a mota, pára no passeio, desmonta e, tirando as luvas, diz "Por favor..." e aponta para a mota. Como nós, pais, ficámos meio sem reacção, o polícia tornou a ordem mais clara e repetiu: "Por favor... pode po-la na mota!".
Ai, Rosarinho, nem sei que diga!... Que pena que não tirei uma foto!

domingo, 22 de janeiro de 2012

Dois anos e um mês

Vinte e cinco meses e parece-me que a aprendizagem se desenvolve em espiral. Novas capacidades e habilidades, palavras e frases todos os dias. Este fim de semana, andou de triciclo, daqueles evolutivos que servem para empurrar e ser empurrado, e vi que chegou a altura de por mesmos os pés a mexer e passar ao pedal; sentou-se à nossa mesa às refeições, sabendo sempre que se não fica sentada só pode estar de joelhos na cadeira, nas nossas cadeiras, e para pedir o pão, ou a água, se diz "pu favô"; passeou num mercado ao livre enquanto comia uma maçã acabada de comprar a um produtor e meteu as mãos no tabuleiro das azeitonas de uma vendedora. Contou histórias, sozinha, e sabendo a história de cor, ao invés de ser o avô F. a contar foi a Rosarinho que nos contou a história, do Autocarro Mágico, várias vezes com as expressões e vozes com que ouve o avô contar. Dormiu bem à noite e mal as sestas e ainda quer o biberon à meia-noite. À vinte e cinco meses...

terça-feira, 22 de novembro de 2011

23 meses

Ultimamente noto que as birras aumentam. São, sem dúvida, os dois anos a chegar. . Convencê-la a fazer o que não quer é mais difícil, já não se deixa distrair com tanta facilidade. Porque não quer tomar o remédio, porque não quer trocar a fralda, porque não quer largar Os patinhos, ou o Mickey para ir tomar banho, ou porque não quer sair do banho. Não quer as batatas, quer ir para o chão, não quer ir para a cama...

Dito assim parece muito, mas, ainda assim, continuo a não poder dizer que a Rosarinho seja minimamente birrenta. Felizmente, não são todas as birras ao mesmo tempo. Acho que do elenco escolhe umas duas birrinhas por dia.

Perto do segundo aniversário, continua uma menina doce, sempre bem disposta, muito ternurenta e cada vez mais feminina. São as brincadeiras com o "bebés", as papas, faz camas, encontra cantinhos e casas em todo o lado. Adora desenhar e já conhece as cores: o azul, o amarelo, o rosa, o verde, o azul, encarnado e roxo. Adora as letras que vê nas histórias, mas chama a todas "dois". Dá beijinhos e abraços, e quando gosta de uma comida, sorri, franzindo completamente os olhos e diz "é booommm". É gulosa, mas nunca experimentou um rebuçado. Chama "tina" à gelatina e pede pão sempre que chega a casa. Adora "ler" histórias na cama às bonecas.

Corre pela casa e noto uma desenvoltura motora muito grande que adquiriu nos ultimos dois meses.

E há dois dias que tenta cantar!... De frente para a televisão, tenta repetir os jingles dos anúncios, muito baixinho, ensaiando a voz ao estilo cantora de ópera, vai repetindo "ah-AH-AHHHH..."! A sério, ainda tenho que filmar!... ahahah!

quarta-feira, 16 de novembro de 2011

Adoooora chapéus!

Já durante o Verão notámos que não tínhamos qualquer episódio típico no que respeita a usar chapéus. Acho que ter um chapéu, colocá-lo, usá-lo, sempre ficou associado a algo bom. É sempre sinal de passeio, seja praia, seja campo, seja uma volta pelo bairro.
Na verdade, chega a ser a Rosarinho a reclamar o chapéu, quando estamos quase de saída, a pegar em malas, chaves, e afins. 
O "apéu" é assim um acessório indispensável.
Em casa da Avó Maria, que os tem em várias versões e de várias épocas até, são sempre propósito a uma enorme brincadeira entre o tira-e-põe à avó e a si própria.
No meio destes dias em que estamos as duas por nossa conta, para aproveitar ao máximo, acabo por encontrar algum pretexto para sairmos um pouquinho de manhã, e depois do almoço e da sesta voltarmos a sair mais um pouco. Esta manhã, porque o tempo já não era muito e precisava de despachar dois presentes resolvi darmos um salto ao Colombo. Acabei por entrar numa loja com utensílios vário de cozinha e enquanto me distraía a ver qualquer coisa que já nem lembro, oiço umas gargalhadas. Volto a cabeça e dois empregados da loja riam a bom rir. Quando olho para a Rosarinho tinha tirado uma forma de bolo azul de silicone, posto na cabeça e ria divertida a dizer "apéu!, apéu!".
Não consegui tirar-lhe a forma da mão, não consegui convencê-la de que não era um chapéu e nem conto o que foi, nem o que m ri, ao travessar todo o corredor do Colombo a empurrar a bengala onde ela ia sentada, a por o novo chapéu na cabeça!

Chucha? Não.

Nas últimas noites reparei que, sempre que ia vê-la antes de me deitar, a chucha estava sempre no chão, no mesmo sítio ao lado da cama. Estranhei, mas não questionei, que a chucha ali caísse já que a cama de grades tem daquelas protecções almofadadas que até é alta, e mesmo por baixo parecia-me muito difícil que saísse assim só por cair... A solução desvendou-se há uns dias quando, ao ir deitar a Rosarinho, depois daquele nosso ritual (o beijinho, a chucha, apagar a luz, o encostar da cabeça no meu ombro e o rebolar para a cama e aconchegar os lençóis) noto que, mal virei as costas, ela se levanta e atira a chucha por cima da grade da cama. Ok, é então obra da própria Rosarinho!
Pensei que mais tarde fosse chorar por sentir a falta da chucha, mas tal não aconteceu, embora lá para a 1h da manhã eu lá tenha ido por aquele conforto ao lado da mãozinha, just in case... 
Mas há duas noites que a história melhorou. Não só ao deitar, mal está prestes a rebolar para a cama, me devolve a chucha e diz "não.", como a deitamos sem ela, tapamos com o edredon e a Rosarinho nos devolve as despedidas de boa noite dizendo adeus, com as duas mãos, e mandar beijinhos, também com as duas mãos! Uma para o pai e outra pra a mãe, certamente!

quinta-feira, 22 de setembro de 2011

Abó!

Esta manhã, no meio das pressas de sair de casa, entre acabar de vestir a Rosarinho (o que cada vez mais é uma tarefa que se faz às prestações dadas as fugas à roupa pela casa toda) preparar o almoço para o infantário, deixar a casa com um mínimo de arrumação, veio ter comigo com o meu telemóvel na mão a repetir: "abó, abó, abó".

Sim, respondi, queres falar com avó, não é? Mais logo ligamos, mais logo... Prossegui a minha senda, apanhei uns brinquedos, desliguei a tv, fechei janelas e agarrei sacos e a mochila e saímos, finalmente, de casa.

À hora de almoço ligou-me o pai: "Olha, a tua mãe ligou-me para saber se estava tudo bem, parece que lhe ligaste mas que não se ouvia nada, só a tua voz e a da Rosarinho ao longe...!"

É certo. Não sei bem como, mas o que é um facto, é que ligou mesmo à avó e de manhã trouxe o telefone para me avisar do feito! Eu é que nem reparei!...

"Êtão??" episódio 2

"Êtão??" continua a palavra de ordem cá por casa. Desde que aprendeu e que viu que pai e mãe não resistem a chorar de rir com a expressão sempre dita com indignação e um encolher de ombros muito cómico é ouvir o mesmo "êtão??" cada vez que a televisão não acende tão rápido como pretende, quando a comida não chega à mesa tão depressa como queria ou quando alguma brinquedo não funciona como era suposto.

Hoje de manhã no trânsito, a caminho do infantário, paradas há mais tempo do que devíamos: "Êtão?!"

segunda-feira, 4 de julho de 2011

"Pai?"

É notório que as palavras começam a ser úteis cá por casa.


O ritual de dormir cá em casa não é, em regra, nada difícil e é recheado de mimo. Depois do banho e do jantar, há um pouco de brincadeira connosco, mas o tempo passa rápido e o sono chega cedo, e por volta das 20h30, 21h, é a Rosarinho que começa a dar sinal de que são horas de ir para a cama. Ou uma birrinha se começa a fazer notar, ou é mesmo a Bolinha que põe a chucha na boca e nos diz adeus, puxa pela nossa mão e caminha para o quarto.


Vamos então os três para o quarto, fecham-se os estores, diz-se adeus ao gato preto que está sempre nas traseiras, uma musica que vamos cantarolando e a luz quebrada do candeeiro do quarto. Um beijo à Mãe, um beijo ao Pai, abraços pequeninos, e deitamo-la na cama, com a fraldinha junto à cara e um peluche a acompanhar. Pouco demora para um sono profundo.


Hoje, o Pai não estava à hora de dormir. Às 20h30 a Rosarinho quis ir para a cama e lá fomos as duas de mão dada para o quarto. Mas a meio caminho: "Pai?,....Pai?" E foi um misto no meu coração, de orgulho e pena por o Pai não estar... Acho que nem lhe conto, antes de chegar!...

sexta-feira, 20 de maio de 2011

As (quase) palavras da Rosarinho #2

"Abe".


"Abeee"


"Abe. Abe. Abe. Abe. Abe."


Até que um de nós abra a porta da varanda, da rua, a caixa, o cesto do brinquedos, a tampa do biberón, a garrafa de água,...

segunda-feira, 16 de maio de 2011

As (quase) palavras da Rosarinho

"Olá!" - Esta é uma palavra inteirinha, dita com muita frequência, bem alto, e serve, na maioria das vezes, para chamar a nossa atenção. Ou a de qualquer outra pessoa na rua, supermercado ou centro comercial... Serve também em casa, quando procura por nós e não nos vê. Pára então no meio do corredor e começa: olá! oláá! olá-olá-oláÁÁÁ! Foi a primeira palavra.


"Cácá" - Os patos do banho. todos os outros animas de borracha que vão para a banheira, sejam sapo, baleia, golfinho ou caranguejo. Fora do banho, serve também para qualquer outro animal. Nos livros até serve para os elefantes. Preguiçosa a falar... Aponta os animais todos ao ao ouvir o nome mas para dizer, é cácá. É mais fácil que hipopótamo, eu percebo...!


"Ág." - Água, claro, e muita!

"Pápa" - A óbvia palavra, também aprendida muito rapidamente.


"'Nana" - A última aquisição no léxico infantil, para pedir banana, mas que nos últimos dias voltou a ser "tátá"!


"Tátá" - Designa o pai. E designa qualquer outra coisa...


sábado, 15 de janeiro de 2011

Rosarinho vai à escola #2

A educadora a contrariar a Rosarinho para ela não ir para dentro de um armário. "Não, não, Rosarinho, aí para dentro não!". Rosarinho afasta-se do sítio, a fazer beicinho, coloca as costas da mão sobre a testa e deita a cabeça na parede num gesto dramático enquanto murmura num choro pequenino olhando para o chão: "ma-ma-ma-ma-ma...". Não, não creio que fosse "mãe", acho que queria dizer "má-má-má-má..."!

Rosarinho vai à escola #1

Episódios na escola são agora mais que muitos. Novidades todos os dias, uma pequena história para trazer para casa. Esta passou-se há dois dias.
Aula de musica no berçário. Além de a todos os bebés serem dados instrumentos para tocar (à Bolinha calhou um tamborzinho! Imagino a festa...), cantam músicas, fazem pequenas "coreografias".
O grande amigo da Rosarinho na escola é o Manel. Têm uma diferença de cerca de um mês e meio, sendo Manel mais novo. Brincam todo o dia juntos, na hora da sesta falam entre eles de uma cama para a outra, e quando um deles não vai o outro sente a falta.
Desta vez, na aula de música, o Manel dançava. Imagine-se, um bebé de quase um ano, gordinho, de olho azul e de sorriso largo, põe-se a dançar, em pé, segurando-se numa mesa de brincar. Abana a raboca para cá, abana a raboca para lá... E a Rosarinho, ri-se à gargalhada!!

terça-feira, 23 de novembro de 2010

Proezas II

E não é que a Bolinha já se põe em pé sozinha?
Isto não era novidade, justiça seja feita. Já se punha em pé sozinha na cama, agarrada às grades, no tapete, agarrada às mesas, aos sofás, e até já dá uns passitos de mesa para mesa, de sofá para sofá.
Mas, sozinha! Sentada no chão rodeada de brinquedos, posição de gatas, força nas pernitas e tcham-tcham! Em pé. Sem se agarrar a nada!
Ainda não assisti ao feito (snif...) mas garantiu a educadora que foi assim ontem.
Qualquer dia ninguém a pára? Já ninguém a agarra! :)

segunda-feira, 8 de novembro de 2010

Números

10 meses.
10 meses e meio!
6 dentes e mais 4 a caminho.
1 dedo sempre espetado, em jeito do gigle da rtp ("somos o primeiro!").
12 horas de sono. Das 8h às 8h.
2 sapatos que nunca ficam muito tempo nos pés.
10 dedos a bater palminhas, 1 sorriso estampado.
2 meses no Colégio, mais 3 amigos para brincar, 1 caderno da escola na mochila e 2 chuchas para dormir a sesta.
5 bonecos na banheira e 1 casa de banho encharcada. 1 escova de dentes mínima.
1 birra de vez em quando.
Mimos. Vários...
Passos, muitos, de mãos dadas ao pais ou aos avós, a correr atrás de 1 gato! 1 grito: !
4 tias babadas.
2 pais que acham que o tempo passa depressa demais, mas que adoram vê-lo passar...

quarta-feira, 15 de setembro de 2010

Passos?? Rosarinho, ainda só tens 8 meses!...

A Rosarinho anda a ensaiar os primeiros passos. Ou pelo menos assim acham os pais e avós, personagens nada suspeitos nesta história...

Desde há uma semana que a Bolinha aproveita o facto de estar em pé, coisa que é frequente pois isto de estar sentada tem cada vez menos piada, para ensaiar uns passos. Pernoca para a frente, pernoca para trás, pézito no chão e tal. Mas há uns dias, no terreno, a mecânica já era outra. Apoiada pelos braços, a brincadeira deixou de ser nossa e o impulso foi todo dela. E foram cinco ou seis passos, muito bem dados, de pé assente no chão!

Está feito, agora não se faz outra coisa se não por a rapariga no chão!...

Algo me diz que ainda nos vamos arrepender... :)

terça-feira, 13 de julho de 2010

Wonder-woman...

Há uma altura do dia em que queria ter super-poderes.
É à noite, no fim do último biberon da Rosarinho. Estou com ela nos nos braços e o quarto envolto numa penumbra apenas quebrada por uma suave luz de presença, que alonga as formas dos bonecos e da mobília. Há o silêncio e o sono é profundo... Então, queria nunca ter sono, e cansaço, e ficar ali toda a noite, naquele sofá, com a minha Bolinha a dormir naquilo que se chama o regaço...

segunda-feira, 12 de julho de 2010

Que grande 31...

10 de Julho, 31 anos. Os meus.
Sempre gostei dos aniversários. Na verdade, depois de passada a infância e chegada àquela fase nebulosa e agridoce da adolescência, em geral gostava mais dos aniversários dos outros do que dos meus. Ou pelo menos eu achava que sim.. Que o meus anos eram um depósito de ilusões ou de expectativas de diversão que, em regra, dado o tamanho das ditas, não se concretizavam, era certo. E isso estragava qualquer dia...
Com a idade (expressão que agora já me permito usar, passados os orgulhosos trinta) passou apenas a ser um dia gostoso! O gosto de ser mimada, o gosto de receber as chamadas de amigos com quem não se tem tido a oportunidade de falar, o gosto de estar com a família, o gosto de ter o pretexto de juntar os amigos de sempre.
Obviedades à parte, este ano, claro que o gosto foi especial! Com a Rosarinho, este ano, senti-me ainda mais nos meus pés. Senti os meus anos como se fossem os dela. Senti-me cheia de presentes!... Verdade-verdadinha, encheram-me mesmo de presentes. O maridão (ou esposo, ou "o meu homem", como se prefira!...) foi o meu galanteador e encheu-me literalmente de presentes, daqueles que toda a mulher adora. A minha baby-bolinha-Rosarinho, ofereceu o terceiro dente, que surgiu destemido a querer romper a uma gengiva teimosa. Obrigada, gorda!!

quarta-feira, 7 de julho de 2010

Primeiras coisas...

Primeiro ano, primeiro tudo...
Os dias correm e enchem-se agora de tudo o que é novo.

Novo para a Bolinha que vive num mundo de descobertas. Os olhos brilham, os braços esticam e as mãozinhas abrem e fecham para tudo o que entra no campo visual. O que não entra pelos olhos, mas atende aos ouvidos, é um outro fascínio. Procura a origem do som, os olhos espantam-se e sorri ao de leve a perscrutar o que a rodeia. Atenta à televisão, o canal panda já origina preferências mas não há como um jogo de futebol para prender a atenção!... Arranha tudo onde pode tocar, toca em tudo o que alcança e quando não alcança algo bate como punho fechado na superfície mais próxima com um ar zangado.
Bate com os pés... Bate os pés constantemente e não há maior sinal de contentamento ou excitação por algo ou alguém!
Bate com os pés quando anda rua e todo o carrinho abana! Quando o almoço lhe está a saber mesmo bem, também! Mas neste capítulo as preferências vão para o iogurte do lanche...
Mas tudo isto já não são "primeiros-nada". Tudo isto são o dia-a-dia desta bebé fantástica!
Primeiros-primeiros foram os braços esticados que anteontem imploraram colo no meio da primeira doença, atravessando a primeira febre. A ternura naquele olhar, o pedido de carinho, o desconhecimento daquele desconforto não se descreve. Sente-se e vive-se, pega-se no colo e embala-se, canta-se uma canção que ela ainda não percebe, mas reconhece... Reza-se para que passe depressa ou que nos doa a nós, fica-se em vigília pela noite fora, só para trazer algum alívio, com um carinho, com uma chucha, com qualquer coisa...
Não se esquece a primeira vez que o coração fica mais pequenino? Mentira. Não se esquece nenhuma vez que o coração fica mais pequenino...