Quase um ano depois, tempo de atualizar.
Dizer como o tempo passa é cliché, é certo.
E o tempo passou porque tive falta de paciência para o blogue, que nem é um projeto com particular importância, mas mais uma desculpa para ir registando algumas situações, servindo como baú das memórias dos tempos modernos e para chegar a alguma família e amigos que estão mais longe. Foi, por isso, falta de paciência para a escrita, para as fotos, para os computadores e, ultimamente, total e absoluta falta de tempo!
Mas, porque lá vou sempre voltando aos meus pequenos projetos, quase um ano depois, vamos lá.
Atualizando: este blogue chama-se agora Raquel e as Ervilhas!!
Francisca às 22 semanas. Agora com 34! Estamos os três à tua espera!
quinta-feira, 20 de fevereiro de 2014
Quase um ano depois...
quarta-feira, 3 de abril de 2013
As férias da Páscoa, by Rosarinho
As minhas férias da Páscoa:
Gosto mesmo de ver como os desenhos vão evoluindo. E notam-se agora duas diferenças: desde logo, as representações, de pessoas ou objectos, deixaram de ser em ponto gigante para serem muito pequeninas, às vezes só um pintinha no papel, que faz muito concentrada, dobrada sobre a folha; outra diferença é que começam a aparecer desenhos com objectos muito variados. ainda há pouco tempo, se lhe pedíssemos para desenhar algo que nunca tinha feito a resposta era sempre, "eu não sei fazer...". Agora já a imaginação trabalha sozinha, os desenhos surgem, sem temas ou sem pedidos.
Agora, à piscina? A sério? Não dei por nada... :) Devem ser as saudades do Verão, mesmo!
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Oi?,
Rosarinho vai à escola
quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013
O antes e o depois
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Princípios da Economia
De há umas semanas para cá era comum ouvi-la dizer: "eu gosto disto-eu não gosto disto-eu gosto disto-eu não gosto disto".
O mundo estava dividido em dois. Assim, fácil.
Na verdade, muitas vezes, esta definição do gosto-não gosto era em relação ao que tinha-não tinha. Os livros que tinha, "eu gosto disto", os que não tinha (cujas capas se vêem muitas vezes na contracapa do livros infantis), "eu não gosto disto".
Mais uma vez, fácil. Sobretudo para nós, pais.
Mas agora o discurso mudou e de repente passou a ouvir-se: "eu vou comprar este, e este, e este, e este,..."
No passado fim de semana, a Avó Maria resolveu dar-lhe uma moeda. Agora que percebe que com moedas se compram coisas (quando compra um sumo, ou algo parecido, costumo dar-lhe uma moeda para a mão para que seja ela a entregar), foi um tesouro bem guardado no bolso das jardineiras!
Resolvemos então dar-lhe um mealheiro, para guardar a moeda.
E agora, todos os dias, em resultado de ela fazer algo (sim aqui há um princípio de suborno!) damos, no final do dia uma moeda.
Adora o ritual, guardar a moeda, chocalhar o porquinho-mealheiro,e diz: "eu vou comprar uma boneca...cinderela!"
Combinado minha querida, no próximo fim de semana, vamos com as moedas comprar uma cinderela!
O mundo estava dividido em dois. Assim, fácil.
Na verdade, muitas vezes, esta definição do gosto-não gosto era em relação ao que tinha-não tinha. Os livros que tinha, "eu gosto disto", os que não tinha (cujas capas se vêem muitas vezes na contracapa do livros infantis), "eu não gosto disto".
Mais uma vez, fácil. Sobretudo para nós, pais.
Mas agora o discurso mudou e de repente passou a ouvir-se: "eu vou comprar este, e este, e este, e este,..."
No passado fim de semana, a Avó Maria resolveu dar-lhe uma moeda. Agora que percebe que com moedas se compram coisas (quando compra um sumo, ou algo parecido, costumo dar-lhe uma moeda para a mão para que seja ela a entregar), foi um tesouro bem guardado no bolso das jardineiras!
Resolvemos então dar-lhe um mealheiro, para guardar a moeda.
E agora, todos os dias, em resultado de ela fazer algo (sim aqui há um princípio de suborno!) damos, no final do dia uma moeda.
Adora o ritual, guardar a moeda, chocalhar o porquinho-mealheiro,e diz: "eu vou comprar uma boneca...cinderela!"
Combinado minha querida, no próximo fim de semana, vamos com as moedas comprar uma cinderela!
Oi?
Rosarinho a fazer asneiras na sala, leia-se, entre outros afazeres, a tirar as almofadas do sofá para poder saltar em cima delas, enrolar-se nos cortinados, etc. Eu, da cozinha, espreitando pela porta: "Rosarinho, já disse que não quero essas brincadeiras!". Sem obter resultados, fui à sala com a armada da típica frase: "Rosarinho, o que é que eu disse?!" Resposta pronta: "Mãe, vai... Vai fazer o jantar para o pai..."
Oi??
Oi??
quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013
Ai, as férias...
Foi assim o fim de férias de Carnaval em casa da avó da Gracinha, com mais uma visita ao Tio N., ali tão perto, e o encanto dos cavalos, do sol de inverno e do cheiro a palha. Que saudades...
A minha agenda
E começou. Depois da primeira festa de aniversário no sábado passado (a primeira assim a sério, com convite para a turma inteira, balões, animações, etc), hoje a primeira ida a casa de uma amiga para brincar.
Aguardam-se tempos difíceis, imagino (enquanto isso vou ali tirar a carta de motorista, sim?)...
sexta-feira, 8 de fevereiro de 2013
terça-feira, 4 de dezembro de 2012
Carta ao Pai Natal
"Então Rosarinho, o que vais pedir ao Pai Natal? Tens que pedir um presente!"
"Vou pedir uma botas. Grandes. Para o Pai!"
Ahahaha!
E não sai disto! Vou ter mesmo que comprar umas botas para por no "sapatinho" do Pai! :)
As birras, senhores, as birras...!
Devem ser os três anos a chegar. Deve ser isso... Para ficar, pelo que sei! Temos disto todos os dias, agora. Por pequenas, pequenas, coisas... Porque não se quer vestir de manhã -está frio (esta é a pior de todas, um inferno matinal, de choro e soluços e agarra daqui, estica ali, e enquanto eu visto, ela despe o que eu já vesti...). Porque se quer vestir sozinha, até ao fecho do kispo, que consegue, mas demooooraaa... (e o tempo, senhores, o tempo). Porque as luzes de Natal são para acender até de manhã (não, não são!), ou porque quer sumo (não há!), ou porque quer a colher verde para comer a sopa (só há a rosa!).
Mil exemplos e mil birrinhas.
Lá vamos encarando com relativa calma, deixando explodir o choro, mas levando a nossa sempre adiante. O truque, para nós, tem sido manter a calma no momento de "crise". Nem sempre possível, claro, mas sempre que possível... E fazer tudo com tempo. Sobretudo de manha, muito tempo. Acordar meia hora mais cedo, para o mau humor matinal desaparecer (meu e dela - não há duvida que sai à mãe), ter tempo de vestir, ver um Mickey, e voltar para trás três vezes para ir buscar mais um brinquedo para levar para os amigos. Sem stress... Resulta! É outra paz...
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