segunda-feira, 14 de março de 2016

Fim de inverno... espero.

Doenças do inverno,

e da pré-primavera.

Otite, virose, escarlatina, otite outra vez, tosse, muita tosse.

Entre as duas, andamos nisto no ultimo mês. E eu a pensar que até não tinha sido um mau inverno, já me arrependo. Afinal os virus e bactérias aguardavam apenas melhor oportunidade para se concentrarem.

Assim,

Clavamox, clamoxyl, xyzal, actifed, nasomet, bissolvon, benuron e bufen, entre outros melhores amigos.

Mas no meio, pelo meio das colheres de mililitros de xaropes, as duas crescem imenso.

Os 6 anos da Rosarinho são um mix entre a muito criança que ainda há nela e a vontade imensa que tem de crescer, entre tudo o que aprende e lê e estuda, e brinca. Continua uma menina sempre animada e bem disposta, noto que agora, por vezes, já mais tímida um pouco reservada. Permanece sempre com vontade de fazer coisas novas, sempre metida em várias atividades. Tivesse mais tempo em mais atividades estaria. Faz natação, ginástica de dois tipos, ballet e patins e se eu deixasse, ou as aulas deixassem ainda queria o teatro e mais natação e viola. Não se cansa! Mas chega à noite e cai redonda na cama. Continua muito gulosa!

Já consegue ler, já escreve e começa a querer ser ela a escrever cartas às amigas ou postais à família. Tenho papéis escritos e colados nas portas com fita-cola em vários sítios da casa.

Os quase-quase 2 anos da Francisca são também uma delícia. Fala imenso, explica tudo o que quer e começa a fazer frases. "Eu quero água. A caixa é da Quica; não é da mana. Mãe, acoda, o ó-ó já tá."
Reconhece e diz as cores, os animais, conta até dez. Adora mimo, é muito ternurenta, mas tão determinada... Faz muito mais birras do que fazia a Rosarinho nesta idade e sabe dar-nos a volta a todos.
É bem mais complicada para comer, porque e muito seletiva, embora coma muito bem, as poucas coisas que adora: leite, iogurtes, fruta cozida, pão. Está grande e bem gordinha. Faz beicinho e encolhe os ombros, põe um ar triste para nos conquistar. E consegue.
Das noites, não falemos das noites... ...


quarta-feira, 13 de janeiro de 2016

quinta-feira, 1 de outubro de 2015

18 meses!!!!

Parabéns, Chiquinha!!
Cada dia estás mais deliciosa!.... 

quarta-feira, 19 de agosto de 2015

Já?!

E breve, muito breve chegará a fada dos dentes... Aguarda-se com expetativa o que irá deixar debaixo da almofada. Hoje, primeira consulta com a dentista, até porque o primeiro dente definitivo já rompeu, apressado, atrás do de leite! 

Férias 2015...








quinta-feira, 21 de maio de 2015

Andanças

Para não deixar passar o registo, ontem, 20 de maio 2015, primeiras andanças mesmo a serio! Sozinha e sem que nem percebêssemos todo o corredor entre a sala e a cozinha foi devidamente palmilhado! Parabéns Francisca!!

terça-feira, 24 de junho de 2014

As manas #1

Rosarinho a comer uma bolacha em frente à espreguiçadeira da Francisca. "Queres uma bolacha, Francisca? Queres? Querias uma bolachinha... Não podes...!"
Sim, com ar sarcástico...

Muita conversa

O que a Francisca já palra....! Há semanas que já palra e puxa por nós, mas os ultimos dias são mesmo cheios de conversa. faz sons, experimenta a voz, dá gritinhos, chama por nós se viramos o olhar.
E a ultima descoberta? O mistério que ali anda... são que tempos intrigada a olhar... para a própria mão!

"time flies when you're having fun"

E parece mesmo que voa. O tempo, esse traiçoeiro. Metade da minha licença já foi. Ainda falta muito, pensam. E é verdade. Mas são tantos os planos e projetos e tudo o que queria aproveitar e que sei que depois ficará por uns bon stempos encostado a um canto que me sinto fora da "agenda".
Para já, as ultimas semanas de escola impõe o ritmo do dia a dia que eu adoro, marcam o passo, a Francisca cresce e fica mais forte.
Depois vêm os dias das férias. Primeiro das dela, Rosy. Depois as nossas, dos quatro. É tempo de pensar e planear os dias, para nada ficar para trás.

sexta-feira, 6 de junho de 2014

Ciclos

Aproxima-se o final do ano lectivo e, no próximo ano a Rosarinho estará nos 5 anos.
Passou mais um ano e "a minha menina" é cada vez menos "bebé". Bebé? Se eu ainda a vejo como bebé? Pois sim... coisa de mãe, suponho. Perdoem-me o irrealismo, o agarrar-me a este passado recente, a vontade férrea de a ter debaixo da minha asa. Será sempre o meu ovo!, e esta afirmação, confesso, tem em si já uns laivos de ameaça.
Agora que temos de novo um bebé em casa, os meus olhos, forçadamente, reconheceram a menina, a criança, mas o meu coração de mãe ainda alcança a bebé. Olho para ela e parece-me maior, pergunto-me se cresceu durante a noite.. Olho para os outros da mesma idade à espera de não ver neles também as crianças que reconheço.
Concentro assim um sentimento quase bipolar, num misto de orgulho pela criança que já despontou e no amor pelo bebé que ainda será. Pelo menos para mim...